O Alzheimer é muito mais do que "esquecer as coisas com a idade". Ele faz parte do grupo das doenças crônicas neurodegenerativas, avançando de modo progressivo sobre o funcionamento cerebral.
Costuma se apresentar em idosos, mas também pode atingir pessoas mais jovens de forma menos comum. A perda de memória recente é só o começo, e os sintomas podem ir desde confusão mental até mudanças de comportamento e dificuldade para realizar tarefas básicas.
O Alzheimer cria um enorme impacto na rotina familiar por exigir cuidados contínuos e adaptações de toda a estrutura doméstica.
Ainda que não tenha cura, por isso, terapias multiprofissionais e o acompanhamento médico são grandes aliados para atrasar a progressão dos sintomas e oferecer mais conforto.
Principais sinais de alerta para Alzheimer
Embora nem toda falha de memória indique Alzheimer, é preciso atenção para sintomas como:
- Repetição frequente de perguntas e assuntos;
- Dificuldade em reconhecer pessoas conhecidas;
- Desorientação em lugares familiares;
- Mudanças de humor repentinas;
- Problemas para planejar ou resolver tarefas simples.
O diagnóstico é construído com avaliação médica e, muitas vezes, exames complementares. Contudo, o conhecimento sobre fatores que podem influenciar o risco da doença, como o impacto da alimentação, é fundamental.


Lúpus: uma doença autoimune que pede atenção integral
O lúpus é uma enfermidade autoimune capaz de se manifestar de formas distintas. O organismo, por motivos ainda não totalmente esclarecidos, passa a atacar seus próprios tecidos e órgãos.
A condição pode afetar articulações, pele, rins, pulmões, coração e até o cérebro, levando a sintomas variados como fadiga, manchas na pele, dores articulares e febre persistente.
O diagnóstico é complexo, já que a doença pode se manifestar de maneiras diferentes em cada paciente. Além do impacto físico, o lúpus carrega muitos preconceitos, principalmente pelo desconhecimento em torno de seus sintomas que vão e voltam.
Quais sinais indicam lúpus?
- Manchas avermelhadas na pele, principalmente em formato de "asa de borboleta" no rosto;
- Dores e inchaços em articulações;
- Cansaço intenso, mesmo com repouso;
- Queda de cabelo e úlceras orais;
- Febre recorrente sem causa aparente.
O tratamento busca controlar as crises e evitar o comprometimento dos órgãos, exigindo acompanhamento regular com vários especialistas. A atuação de uma equipe multiprofissional é parte indispensável da rotina dos pacientes.
Fibromialgia: dor além do corpo
Quem nunca ouviu a frase "dor que não passa"? Para pessoas diagnosticadas com fibromialgia, ela costuma ser uma realidade constante. Trata-se de uma síndrome crônica caracterizada por dor generalizada em músculos e articulações, acompanhada de fadiga, distúrbios do sono e alterações cognitivas.
Como identificar fibromialgia?
- Dor muscular difusa pelo corpo por mais de três meses;
- Sensação de rigidez;
- Sono não reparador;
- Problemas de memória e concentração;
- Cefaleia, ansiedade ou depressão.
O diagnóstico é feito principalmente por exclusão de outras causas e por análise dos sintomas persistentes. O tratamento é multidisciplinar, com envolvimento de médicos, fisioterapeutas, psicólogos e educadores físicos para promover bem-estar físico e emocional.
O impacto das doenças crônicas e o poder da informação
A vida de quem convive com Alzheimer, lúpus ou fibromialgia é marcada por mudanças profundas, tanto físicas quanto emocionais. A rotina é repleta de desafios, mas também de oportunidades para (re)descoberta. Elas são, acima de tudo, doenças crônicas que exigem compreensão, paciência e estratégias integradas de cuidado.
Profissionais de saúde têm papel central na orientação, diagnóstico e acompanhamento desses pacientes, mas a informação de qualidade está disponível para todos. Ao pesquisar em fontes confiáveis e participar de campanhas como a do mês roxo, qualquer pessoa torna-se agente de transformação.
A importância do acompanhamento multiprofissional
Segundo estudos do HC Unicamp e de campanhas de secretarias de saúde, a abordagem multiprofissional é considerada o caminho mais seguro para melhorar resultados no cuidado a essas condições.
Médicos, fisioterapeutas, nutricionistas, psicólogos e assistentes sociais trabalham juntos para fazer o paciente enxergar novas possibilidades, reduzindo sintomas e ampliando sua autonomia.
Nós, da Afya Faça Medicina, incentivamos o olhar humanizado dos futuros médicos, apresentando essas práticas desde o começo do curso de graduação, reforçando que a escuta ativa é parte fundamental do cuidado verdadeiro.
Ainda existe desinformação e preconceito quando se fala em Alzheimer, lúpus ou fibromialgia. Muitas famílias sofrem por não saber como agir ou onde buscar apoio. O mês de conscientização foi criado justamente para abrir as portas do diálogo e permitir que experiências e histórias sejam compartilhadas.
O mês da campanha em tom roxo é um chamado à empatia, informação e cuidado para todos os envolvidos com Alzheimer, lúpus e fibromialgia.
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Perguntas frequentes sobre Fevereiro Roxo
O que significa Fevereiro Roxo?
Fevereiro Roxo é uma campanha de saúde dedicada a aumentar a conscientização sobre doenças crônicas como Alzheimer, lúpus e fibromialgia, promovendo informação e cuidado para garantir diagnóstico precoce e qualidade de vida aos pacientes.
Quais doenças são lembradas no Fevereiro Roxo?
O mês de alerta faz referência ao Alzheimer, lúpus e fibromialgia. Essas condições são lembradas devido ao impacto que têm na rotina diária e pela grande necessidade de combate ao preconceito e à desinformação sobre sintomas, diagnóstico e tratamento.
Como participar das campanhas do Fevereiro Roxo?
Qualquer pessoa pode se envolver nas campanhas por meio da disseminação de informações confiáveis, apoio a quem enfrenta essas doenças, participação em eventos de conscientização e incentivo ao diagnóstico precoce junto à família e comunidade.
Fevereiro Roxo é só sobre Alzheimer?
Não. A campanha engloba Alzheimer, lúpus e fibromialgia, todas condições de relevância quando se trata de doenças crônicas que afetam milhões de brasileiros. A campanha busca ampliar o debate e a empatia sobre cada uma dessas doenças.
Quais sintomas do lúpus e fibromialgia?
Os sintomas do lúpus incluem fadiga, dores articulares, manchas na pele, febre e queda de cabelo. Já a fibromialgia manifesta-se principalmente por dores musculares generalizadas, cansaço excessivo, sono não reparador e dificuldade de concentração.


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